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5 dicas para reduzir a ansiedade melhor

Acúmulo de tarefas, uma entrevista de emprego, o nascimento de um filho, uma mudança de residência. Diariamente precisamos lidar com diversos acontecimentos que geram expectativa, insegurança, inquietação e até mesmo medo. Todas essas sensações podem causar ansiedade.

“Passar por momentos que nos deixam ansiosos é normal. Porém, quando a ansiedade atrapalha, com frequência, nossas atividades diárias , é o momento de ficar atento”, alerta a médica Talita Poli Biason.

Quando a ansiedade é persistente, o mais adequado é procurar por um especialista. “O transtorno, em algumas situações, pode até causar sintomas físicos como taquicardia e alteração da pressão arterial. Por isso, é importante uma avaliação médica que identificará o melhor tratamento”, descreve a Dra. Talita.

ANSIEDADE

Controlando a ansiedade

Pratique exercícios físicos: Realizar atividades físicas regularmente libera substâncias chamadas endorfinas, podendo auxiliar na redução dos sintomas da ansiedade e trazer ainda sensação de bem-estar. Além disso, beneficia a saúde cardiovascular;

Cuide do cardápio: Investir em uma alimentação saudável e variada auxilia na promoção de sensação de bem-estar geral do organismo;

Mantenha uma boa noite de sono: Evite deixar aparelhos eletrônicos ligados, pois podem dificultar a indução ao sono. O ideal é deixar o ambiente silencioso e agradável. Dormir cerca de 8 horas por dia favorece a saúde e melhora o desempenho no cotidiano.

Evite a ingestão de bebidas alcoólicas: O álcool tem efeito estimulante sobre o sistema nervoso central e pode, em algumas pessoas, gerar mais nervosismo e ansiedade. Se for consumir bebidas alcoólicas, faça com moderação.

 Tenha momentos de lazer: Atividades com a família ou amigos ajudam a reduzir os sintomas da ansiedade e contribuem para o equilíbrio do corpo e da mente.

 Tratamento

O tratamento dos transtornos de ansiedade já instalados irá variar conforme a gravidade dos sintomas. “A orientação é que o indivíduo procure um médico para que o mesmo avalie o grau dos sintomas. Diante disso, será possível determinar o tratamento que o paciente necessita”, explica a Dra. Talita.

 

 

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