3.7 // VIAGEM 

Muito além do Big Ben ou do ônibus vermelho

Impossível não amar Londres, a cada ano tudo muda na metrópole very cool do momento. Além do que muitos conhecem que é o famoso Big Ben, os ônibus vermelhos de dois andares e o Palácio de Buckingham, temos mais novidades para mostrar!

Os museus, em sua grande maioria gratuitos e com acervo de encher os olhos, são uma atração a parte. British, Imperial War, NationalGallery, Tate Modern são ótimos passeios, sem esquecer do Natural HistoryMuseum ou até do pop Madame Tussaud. Já para quem curte moda, tem a Victoria & Albert (V&A) onde dá para encontrar o acervo de todos os vestidos do mundo.

A estudante de cinema, Vanessa Anjos mora em Londres há 10 anos e nunca conseguiu ficar tanto tempo longe. “O que mais gosto é a sensação de liberdade, aqui você pode ser quem quiser ser, é um local muito bom para qualquer tipo de pessoa, podemos encontrar do mais moderno até lugares old school“, contou.

Fãs dos Beatles e do detetive queridinho Sherlock Holmes também sentirão um carinho maior pela cidade, principalmente depois de atravessarem a Abbey Road ou tirarem uma foto com a estátua de um dos maiores detetives da literatura em Baker Street.

Já o bairro mais glamouroso do momento é o Marylebone, você pode encontrar as tops do momento por lá, por exemplo: Rita Ora, Cara Delevigne, Kate Moss, entre outras. Uma vez no bairro, não deixe de conhecer as boutiques charmosérrimas!

Se você é amante de estilo alternativo, vale conhecer os bairros Camden Town, Shoreditch. Já para quem curte cinema, teatro e pubs, pode escolher por Soho ou Convent Garden.

NÃO É SÓ #FISHN’CHIPS

Até não muito tempo atrás, comer bem em Londres significava gastar uma fortuna, pois a cidade contava apenas com dois tipos extremos de restaurante: os caríssimos, de alta gastronomia, ou as cantinas, baratas, mas não muito recomendáveis.

Por conta disso, a comida inglesa acabou sendo tachada de grosseira e relegada ao estereótipo do “peixe com batata frita” (pois era o que dava pra comer com um orçamento baixo). A história é diferente hoje. A cidade tem atualmente uma grande diversidade de restaurantes para todos os bolsos e de todos os tipos de culinária, inclusive de culinária tipicamente britânica, que tem sido resgatada por chefs locais. Inclusive existem restaurante brasileiros para matar saudade de casa.

Preste atenção nos horários, que seguem, em geral, os horários de 12 a 15 horas (almoço) e 18h30 e 22h30 (jantar). No preço final normalmente já estão incluídos os impostos e a taxa de serviço, portanto não é necessário deixar gorjeta.

Big Ben with city bus and flag of England, London

COMO CIRCULAR – Londres tem uma das melhores redes de transporte público metropolitano do mundo. Trens, metrô (o tube) e ônibus formam uma prática e eficiente malha que interliga os diversos aeroportos da cidade, estações ferroviárias e as principais atrações.

Para economizar um pouco durante sua estada, adquira um cartão Oystercard, que confere descontos para essas modalidades de transporte. Há mapas de metrô em todas as estações e os roteiros dos ônibus encontram-se em alguns deles, também.

Táxis, conhecidos como blackcabs, podem ser chamados por telefone ou pegos em áreas designadas. Como o trânsito da cidade é imprevisível – e muitas obras viárias estão acontecendo por lá, não é o tipo de transporte muito ágil.

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