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TARÔ & JORNALISMO: O QUE ELES TÊM EM COMUM?

Por incrível que pareça Jornalismo e Tarô caminha lado a lado segundo a Jornalista e Taróloga Claudia Boechat. Ela conta que desde que estudava jornalismo também estudava o tarô e percebeu essa conexão muito cedo.

Claudia é mineira de Juiz de Fora, e foi para o Rio de Janeiro, onde fez estágio na sucursal da Folha de São Paulo e trabalhou em muitas revistas femininas e revistas especializadas, até ser convidada para trabalhar no Jornal do Brasil, ficando lá por oito anos e novamente ser convidada a mudar, indo para Brasília cobrir política para o próprio Jornal. Em Brasília, a virada radical aconteceu quando a Revista Caras a convidou para trabalhar e ela aceitou o desafio. “Aceitei e cheguei a conclusão que cobrir política e celebridades não era muito diferente. A gente tem que ficar de olho no que todo mundo está fazendo,  a que se alia a quem, quem se separa de quem, quem se destaca e a gente lida muito com poder e vaidade”.

Em São Paulo há mais de quinze anos, foi Editora da Revista Caras, fez de tudo um pouco, desde Redação até projetos especiais, também foi editora chefe de Redação da Revista Quem, por  três anos. Você deve estar se perguntando o que o tarô tem a ver com isso? Eu também fiz a mesma pergunta, e por incrível que pareça tem tudo a ver: “Como eu te disse Tarô e jornalismos caminharam juntos prá mim, porque o que me interessa mesmo são as histórias de vida, e isso me atrai tanto no tarô quanto no Jornalismo. No início, quando comecei a estudar o tarô eu jogava só prá mim, para os amigos e família. E assim eu fui conhecendo as cartas e me familiarizando com elas. Fazendo muitos cursos, workshops, que inclusive faço até hoje. O Tarô é uma coisa que a gente não para de estudar nunca.”  – conta Claudia – “ Aí, eu me questionei sobre destino. Se existe destino, se as coisas estão pré-destinadas, então a gente teria apenas que cruzar os braços e esperar as coisas acontecerem. Depois de muito refletir, eu cheguei a conclusão que algumas provas são colocadas em nosso caminho, mas é a maneira como a gente passa por elas que defini o que vem a seguir. Então o futuro a gente constrói no presente. E assim é que eu uso o Tarô.  Eu uso para o auto conhecimento, para que a gente conheça os nossos limites, as nossas qualidades e assim sabermos quando devemos avançar ou quando devemos retroceder ou pedir ajuda. Esse prá mim, é o maior mérito do Tarô. Ele faz a gente pensar”

E como a vida é um filme, e nos leva para onde ela quer independente da profissão, da cor, da etnia, da classe social e até mesmo das nossas escolhas, a nossa taróloga/jornalista, também optou por mudar o rumo do seu filme e partiu para se dedicar mais ao tarô. “Primeiro a gente vive uma crise onde todo mundo acha que é jornalista, tem um blog, escreve alguma coisa e já acha que está apto a fazer jornalismo. Há uma queda de qualidade gritante, e a gente pode reparar isso em toda a mídia. O mercado de trabalho no jornalismo nesse momento está bastante complicado. Pararalelamente a isso a gente está fazendo um movimento no mundo inteiro, estamos saindo de uma era extremamente materialista e entrando numa era que busca uma conexão maior com a espiritualidade. Isso é evidente.”

Claudia joga um tarô diferente, e avisa que o tarô não toma decisão por ninguém, mas aponta a luz no fim do túnel, para que possamos fazer a melhor escolha. É muito estudo, a magia e o mistério está no porque aquela carta saiu para aquela pessoa naquela casa e isso não tem explicação. Eu concordo com ela quando fala que estamos vivendo uma era de globalização, onde a gente começa a descobrir o valor da diversidade, se manter aberto as diferenças e isso também une  jornalismo e tarô, e ela explica: “Porque a gente se abre aos diversos seres humanos, as suas histórias de vida, sempre com respeito, sempre buscando compreender todo mundo. A gente não precisa concordar com todo mundo. A Diversidade é a riqueza da vida humana.”  E nesse ponto o tarô e o jornalismo se unem brilhentemente.

Claudia nos conta que viveu no Glamour dentro da política e do mundo das celebridades e afirma que a vaidade existe e quando dosada, quando usada para o bem, pode ser muito produtiva e o tarô pode ser uma ferramenta para a pessoa saber dosar sua vaidade. Através do jogo, que mostra seus pontos fracos e fortes, ela poderá usar o seu poder, seja ele qual for, de maneira mais plena, mais harmonizada.

Para encerrar peço a ela que fale sobre esse ano que está começando. “O que eu posso dizer é que quem achou que o ano de 2016 passou rápido, vai tomar um baita susto em 2017. Porque 2016  foi  o ano do eremita, um ano até lento, onde as coisas demoraram a se desenvolver. 2017 é o ano da roda da fortuna, onde tudo muda rapidamente e a gente principalmente tem que ter jogo de cintura para se adaptar a cada mudança dessas. É preciso entender que é o movimento natural da vida. Aproveitar os bons momentos e não soltar fogos de artifício pois logo pode vir a fase ruim e na fase ruim não temos que achar que é o fundo do poço. Ela vai passar. Vamos precisar encarar as mudanças rápidas sem dramas   ”

Essa linda Canceriana com ascendente em gêmeos de 55 anos é autora de sete livros da coleção Caras Zen, criou o Portal Caras, e como podemos ver tem interesses variados como uma Jornalista nata.  Está a mil estudando para através do Tarô, ser A Mais Influente proporcionando cada vez mais qualidade de vida para as pessoas.

Nesse link você poderá acessar as previsões para o ano de 2017: http://www.clubedotaro.com.br/site/p55_6_Prev17.asp

Claudia Boechat atende pelo email:  taroresponde@gmail.com


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