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O que a raiva e a primavera têm em comum? Entenda!

À primeira vista, associar o sentimento de raiva com a estação mais bela e mais perfumada do ano é um tanto quanto curioso. De acordo com a psicóloga e educadora educacional Denise Franco, “a primavera é a estação das flores, aquele momento em que a Natureza vai se transformando e, aos poucos, você vai percebendo a beleza dessa transformação. Pois bem, a raiva também pode ter um cheirinho de transformação”.

Segundo a profissional, é “exatamente nesse ponto que as coisas se encontram – mudanças –, pois a raiva bem administrada pode florir grandes mudanças na sua vida”. Ao parar para avaliar, é possível notar que a raiva não precisa ser impetuosa ou agressiva, ela pode, aos poucos, gerar transformações dentro de cada um.

“Se você está com raiva, é porque encontrou algo que não está bom e, diante disso, você pode transformar essa emoção em uma importante mudança de vida ou de atitude”, afirma Denise. Assim é a primavera, “transforma com leveza, e nem por isso deixa de ser impactante aos olhos da Natureza as suas transformações”, ela explica.

Por outro lado, a raiva também tem seu lado positivo gerando mudanças significativas. Para Denise, “a raiva não precisa ser expressa sob a forma de agressividade, por isso, aprender técnicas para perceber, identificar e manejar esta emoção nos dá novas possibilidades de atuar de forma mais saudável e inteligente emocionalmente para com ela”.

Conforme explica a psicóloga e consultora educacional, “a raiva mal administrada pode levar à intolerância, fúria, agressividade, ódio, atrapalhando as relações saudáveis, causando doenças psicossomáticas, e trazendo problemas emocionais”. Por isso essa é uma emoção importante de ser percebida e manejada de forma saudável.

Afinal, como conta Denise, “quando a raiva é bem administrada ela pode gerar mudanças significativas na vida das pessoas”.

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