3.4 // SAÚDECarnaval 

A folia foi boa, mas não consigo dormir. E agora?

(Crédito: Getty Images) 

 

O carnaval chegou ao fim. E com ele, muitas lembranças de dias divertidos. Mas, quando a farra acaba e a rotina precisa voltar ao normal, muitos possuem dificuldades para readequarem o horário de sono.  O psicólogo cognitivo comportamental  Bruno Farias dá dicas de como isso pode ser feito sem que o folião passe por apertos quando o assunto é deitar a cabeça no travesseiro.

“Em primeiro lugar temos que lembrar que a qualidade do sono é até mais importante do que a nossa alimentação para mantermos uma boa saúde. Desta forma, evitamos doenças neurológicas, cardíacas, Alzheimer e até mesmo Parkson”, diz.

E QUANDO O ASSUNTO É CARNAVAL?

“Os especialistas do sono dizem que não tem problema passar uma pequena fase aproveitando, dando esta descontraída. Mas é de suma importância de que, quando esta fase terminar, você esteja preparado para retornar a qualidade do sono”.

O profissional explica que é preciso ter um preparo antes de dormir. “Uma meia-hora antes é interessante não mexer no celular e não entrar em um assunto mais sério. A nossa cultura não tem esse costume. Não nos damos conta de que estas luzes são muito fortes, estimulam nosso cérebro e dificultam a entrada do sono. Se a pessoa tira uma meia hora para não fazer nada, quem sabe dar uma lida a meia-luz ou uma relaxada, pode conduzir com que ela entre no sono com mais qualidade”.

Bruno alerta que é preciso atenção quanto à alimentação antes de dormir. “Nada gorduroso, ácido… quanto mais leve, nutritivo e saudável, melhor. Uma dica bacana descoberta através de pesquisadores do Canadá é que você vai conseguir retornar a qualidade do sono se preparar para esta fase de bagunça”, comenta.

“Se eu tenho alguns trabalhos pendentes e uma  agenda apertada, é interessante não deixar para depois das festas para que, depois da diversão, a rotina seja retomada de maneira mais processual; progressiva. me divertir, aproveitar, e quando acabarem, retomarei a minha rotina de uma forma mais processual, progressiva. Desta forma, o retorno para as atividades é mais saudável e equilibrado”, finaliza.

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