3.2 // CORPO 

Dermatologista fala de tratamentos para ter a pele da axila mais clara

Evitar depilações traumáticas e ter cuidados com desodorantes são algumas das dicas

Na quinta-feira (22), a atriz Érika Januza relatou em suas redes sociais que se incomoda com a pele de suas axilas, que segundo ela são muito escuras e não a agradam esteticamente quando aparecem.

Pensando nessa situação, o dermatologista Gustavo Saczk, selecionou algumas dicas de prevenção e tratamento para axilas escurecidas.

“Você pode ter cuidados simples para evitar esse problema ou fazer com que ele desapareça mais rápido com tratamentos”, apontou o médico, que atua há oito anos na dermatologia.

“Primeiro: evite depilações traumáticas. Se você usar cera quente ou tiver muitas inflamações nos pêlos com o uso de lâminas, isso pode causar um escurecimento no local. Nesses casos, a depilação a laser é a mais indicada”, explica.

O especialista afirma que é necessário cuidados na hora de escolher os produtos para aplicar no local. “Cuidado com o desodorante! Produtos que causam irritação local, seja por alergia ou alteração na temperatura, no caso dos aerossóis, também podem pigmentar as axilas. Opte sempre por produtos em creme”, conta.

Ainda sobre os cuidados, Gustavo faz um alerta e fala sobre tratamentos:

“Cuidado com produtos que prometem clareamentos milagrosos. O melhor no caso de clareamento para qualquer parte do corpo é ter um tratamento dermatológico correto. Para isso, podemos usar cremes clareadores, lasers e até peelings específicos, tanto para axila como região íntima, que muitas vezes também causa constrangimento. O creme clareadores é a estratégia mais em conta, com resultados vistos a partir do primeiro mês de aplicação. Em segundo temos o peeling, que precisará de sessões múltiplas para entregar um resultado. Geralmente recomendo 5 sessões com intervalos de 15 dias. E o procedimento mais caro dentre os três é o laser, com sessões mensais até o clareamento completo. Porém, muitas vezes uso mais de uma dessas armas ao mesmo tempo para combater o escurecimento axilar. Cada paciente deve ter seu próprio protocolo”, conclui.

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