Ana Cristina Rosado 

13º Arraiá do Bem

(Crédito: Divulgação)

Alceu Valença, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Preta Gil estão entre as atrações do evento beneficente, que será transmitido dia 15 de julho, pelo YouTube

O Arraiá do Bem é uma festa beneficente tradicional no Rio de Janeiro. Este ano, o evento chega à sua 13ª edição de uma forma diferente. Em razão da pandemia da Covid-19 e em respeito às normas de segurança vigentes, o evento será transmitido pela internet. O isolamento social não vai diminuir a animação.

O Arraiá do Bem Online terá as participações de Alceu Valença, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Grupo Molejo, Pedro Miranda, Preta Gil e Rita Benneditto, entre outros nomes. Dezesseis artistas ao todo vão animar a live, que será exibida, dia 15 de julho (quarta-feira), a partir das 19h30, no canal da instituição no YouTube.  O evento levanta fundos às obras sociais da Casa de Francisco de Assis, em Laranjeiras e, ao longo da exibição, doações poderão ser feitas à instituição; as antecipadas através da compra do ingresso solidário no site Divertix.

O nome Arraiá do Bem não é por acaso. A festa foi criada com a finalidade de levantar fundos para as obras sociais da Casa de Francisco de Assis, fundada há 45 anos num casarão de Laranjeiras, Zona Sul do Rio de Janeiro. No local funciona, por exemplo, a Creche Santa Clara, inaugurada em 1996 e que hoje ampara 72 crianças (começou com apenas oito), que recebem tratamento médico, odontológico, terapêutico e psicológico oferecidos por profissionais voluntários. A instituição conta hoje com 120 voluntários, que atuam ali juntamente com os 28 funcionários contratados.

Mas, nem tudo é só festa. Zelar pela qualidade dos serviços e pelo bem-estar das crianças exige muito empenho. A obra social é mantida majoritariamente por doações de pessoas físicas (a Prefeitura do Rio cobre metade do custo de 40 crianças). E é preciso jogo de cintura para pagar as contas. O Arraiá do Bem é um forte alicerce para a casa. Houve um momento em que o teto quase caiu. Uma ideia acabou sendo um divisor de águas na história da instituição.

Parte do sustento da casa vinha de bazares promovidos em diferentes pontos da Cidade. No ano de 2007, uma das lojas foi pedida pelo proprietário, o que representaria uma queda significativa nas arrecadações. Então, vivendo no Rio e atuando como voluntária na Casa de Francisco de Assis, a cantora Adriana B sugeriu a realização de uma festa junina para cobrir o buraco aberto com a devolução da loja. Nascia ali o “Arraiá do Bem”.

A ideia deu tão certo que chega ao seu 13º ano de existência. Chega de uma forma diferente da que o público está acostumado, mas sem perder duas de suas principais características: o propósito da solidariedade e a vocação para a alegria. Alegria de ajudar aqueles que precisam.

Livro 1

“Bomba atômica! Pra quê? Brasil e Energia Nuclear”, da jornalista Tania Malheiros, é leitura garantida para quem quer saber sobre a trajetória da energia nuclear no Brasil, desde as primeiras pesquisas na década de 1930, até a atualidade, inclusive com as primeiras notícias de corrupção na usina nuclear Angra 3, ocorridas em 2015 pela Operação Lava Jato. O livro avança e aprofunda as informações e documentos reunidos pela autora em suas duas primeiras publicações sobre o tema: “Brasil, a bomba oculta” (1993) e “Histórias secretas do Brasil nuclear”(1996). Esta nova edição atualiza a história secreta do enriquecimento de urânio em Aramar, São Paulo, e os negócios com o Iraque e a China, na época da Ditadura. Pedidos podem ser realizados pelo site: www.editoralacre.com.br

Livro 2

Liberado Júnior (Crédito: Divulgação)

O Instituto Preservale lança o livro “Memórias do Vale do Café”. Coordenado por Bayard Boiteux e Marcelo Tesserolli, o livro trará relatos de várias personalidades que são apaixonadas pelo Vale do Café e será lançado pela CRV Editora, do Paraná. Estão confirmadas as participações de Cristina Braga, Marco Rodrigues, Fernando Bicudo Nestor Rocha, Sônia Mattos, Priscilla Monteiro, Viviane Fernandes, Maritza Orleans e Bragança, Sheila Grosman, Liberado Junior, Júlio Rocha, Leonel Jr, Luciana Delamare, dentre outros. O Preservale não parou de trabalhar durante toda a pandemia, já que transformou todas suas atividades para o online, inclusive exposições no Facebook.

Rogério Vargas (Crédito: Divulgação)

Três perguntas para Rogério Vargas, sócio da Auddas, fundador da RVR Consultoria, com grandes empresas tais como AXA, First Data, Grupo Capemisa (Salutar), Grupo PAN, Instituto Tecnologia Eldorado, Óticas Carol, Penalty e com mais de 50 projetos empresariais (empresas de dono) nos segmentos de moda, franquias, segmento imobiliário, construção civil, tecnologia, saúde, serviços, educação, dentre outros.

Qual o segredo para uma gestão eficaz?

Para a eficácia numa gestão é importante começar por uma dinâmica de planejamento, com as pessoas-chave participando, com voz ativa. Isto produzirá um alinhamento; todos terão o mesmo norte. A partir deste planejamento, vale revisitar as “cadeiras” da estrutura da empresa e checar como está o balanço atual versus o desejado, definido no plano. Desta forma ficará clara a participação de cada “cadeira”. Por mais que estes dois exercícios pareçam simples, normalmente esta revisão não é realizada de forma assertiva e prática.

Qual foi o maior desafio encontrado até hoje?

Diria que a dinâmica crucial em um negócio é, após a definição do planejamento, conhecer as características, ou seja o DNA do negócio (perfil do sócio, história do negócio), de forma que a estrutura de gestão (perfil das pessoas que estão ou sentarão nas cadeiras) estejam adequados a esta realidade. Para tanto, é fundamental definir as experiências mínimas/background em cada cadeira para que se tenha o começo do desenvolvimento de um novo ciclo, que vá de encontro as expectativas/resultados definidos no planejamento. Fazendo uma metáfora, é como se falássemos de um iceberg: a ponta visível e o que se vê ligeiramente embaixo da linha d’água, é o tangível, mas a base submersa faz toda a diferença para conseguir realizar um ciclo consistente de entrega de valor e resultados. Para tanto, as pessoas devem estar adequadas às “cadeiras”. Isto é prático e útil, fazem parte da fundamentação deste novo ciclo.

O que significa atuar de dono para dono?

Como temos e sempre tivemos negócios e empresas próprias, nosso comportamento é exercer naturalmente este olhar de dono. Quando facilitamos o ciclo de desenvolvimento de um negócio, está na nossa dinâmica este contexto. É necessário que toda a empresa consiga construir valor nas relações no dia a dia. Inclusive em nossas relações não trabalhamos contratualmente ou com aplicação de multas, caso o trabalho venha a ser interrompido; acreditamos que as relações de valor são construídas e isto é que produz os resultados esperados.

Cesar Figueiredo com sua Ediana Avelar
Luís Carlos Bittencourt

Aniversariantes da semana

Parabéns Cesar Figueiredo, sócio do Diário do Acionista, e Luís Carlos Bittencourt, CEO da Editora !Ventura! A comemoração foi em família, mas as festas virtuais foram animadíssimas!

Caio Batalha (Crédito: Divulgação)

Lançamento da canção ‘Vozes Sufocadas’

“Não podemos mais ficar calados!” Esse é o clamor do cantor e compositor Caio Batalha, que lançou nas redes sociais, esta semana, o clipe da canção “Vozes Sufocadas”. “A música significa o meu grito contra o racismo e contra a opressão, que afeta e agride diariamente nós negros e toda população periférica”, afirma o músico, que em 2018, ao voltar para casa da escola, foi acusado injustamente de roubo por uma senhora dentro de um ônibus, na Zona Norte do Rio.

O cantor, com apenas 20 anos, transformou toda a sua dor e revolta em arte e se superou nessa empreitada, com a voz de quem já passou por algumas situações de racismo. O clipe foi realizado pela produtora Compplain, fundada por Caio e seus amigos João Kromy e Arthur Masla, que também assinam com o artista a produção musical e do vídeo.

Apesar de jovem, Caio já é conhecido do grande público. Em 2018, foi um dos semifinalistas do quadro “Jovens Talentos”, do Programa do Raul Gil, no SBT. Sua participação foi muito elogiada pelo diretor do programa, Raulzinho, que destacava sua personalidade musical e “malemolência”.

Caio iniciou sua carreira aos 14 anos, participando de festivais estudantis pela Prefeitura do Rio, onde conquistou o primeiro lugar com a música “Tempo de solidão”. Seu estilo é bem variado, porém o R&B, o RAP e a MPB, são suas preferências na hora de compor. Em 2019, Caio Batalha lançou seu primeiro clip oficial com a música “Bem que tá bom”. De lá para cá, não parou de compor e garante que muita coisa boa está por vir!

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