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Bibiana Paranhos conta detalhes de sua recente viagem ao Egito, que inspirou sua nova coleção de joias

A renomada designer de joias comemorou seu aniversário durante a viagem e decidiu criar peças inspiradas na cultura do país

A renomada designer de joias Bibiana Paranhos escolheu o Egito como o destino perfeito para comemorar seu aniversário neste mês.

Ela revela que a viagem foi tão marcante que a inspirou a criar uma nova coleção de peças.

“Celebrar meu aniversário lá foi fantástico. Nessa experiência, senti que já havia estado lá em outro momento da história dessa civilização tão sábia e rica culturalmente”, afirma.

Ela passou por cidades como Cairo, capital do país, além de Menphis, Saqqara, Luxor e Charmelsheik. Em Luxor, inclusive, Bibiana foi recebida por Mostafa Waziry(@dr_mostafa_waziry), Ministro de Turismo e Antiguidades, e por Naem Hamad Said Alshamsi, embaixador do Cairo e Emirados Árabes Unidos (@uaeembassycairo).

Durante a sua estadia, Bibiana vivenciou dois acontecimentos raros no país: um desfile das múmias de antigos reis de rainhas, cujos sarcófagos foram trocados de um museu para outro. Também ocorreu a impressionante descoberta da chamada “cidade de ouro perdida”, que estava escondida debaixo das areias do Egito há cerca de três mil anos.

“Foi incrível sentir a energia de faraós e rainhas milenares sendo reverenciados pelo povo, que é orgulhoso e apaixonado por seus antepassados. A revelação da descoberta da cidade submersa no deserto também foi um momento mágico”, comenta.
Ela explica como as paisagens, monumentos e tradições do país influenciaram sua nova coleção de joias, que será lançada em breve

“Antes de ir, eu já havia feito um estudo anterior sobre a cultura local. Agora, depois de retornar, estou executando as técnicas milenares de ourivesaria que aprendi lá e pesquisando o significado e função dos amuletos na proteção do espírito humano e sua essência”, conta.

Bibiana acredita que se transformou como pessoa e como profissional da joalheria após a viagem.

“A energia é o que não se vê. Para sentir, precisamos estar abertos a ascender e dividir nossas vivências. Esse é um propósito de amor, da minha missão como joalheira e artista”, ressalta. Além disso, ela planeja voltar ao Egito assim que possível.

“Ir para o Egito foi um chamado espiritual. Fiquei encantada com o país, levando comigo a certeza de vários retornos futuros, pois a riqueza é tamanha que ali consta tudo o que precisamos de lições de bem viver”, acrescenta.

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