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É preciso estar em Paris para perceber para onde caminha o consumo mundial

Você pode viver em Paris e sempre haverá algo novo a se vivenciar. A capital francesa sempre se reinventa ou estimula os parisienses a fazê-lo. Cada estação do ano traz, além das novas coleções de roupas, um novo drink, um novo restaurante, uma nova mania, uma nova música ou um novo amor. Não necessariamente por pessoas. O parisiense precisa amar constantemente e esse amor pode ser também um filme ou um livro.

A concept store Colette, no Faubourg Saint Honoré, cumpre o papel de curador das novidades. É lá que baixo a cada ida minha a Paris para me inteirar das novidades em Paris e também para perceber para onde caminha o consumo mundial.

Há no entanto, lugares que não são novos, muito pelo contrário, mas continuam desconhecidos de boa parte dos turistas. O primeiro deles é o Musée Carnavalet, no Marais, que conta a História de Paris e onde você poderá encontrar relíquias como peças de Maria Antonieta e demais celebridades que viveram em Paris.

Não muito distante, na Place des Voges – que por si só vale uma visita pela sua arquitetura e jardins – é possível visitar a casa de Victor Hugo, o maior escritor francês de todos os tempos, autor da obra “ Les Miserables” que  ficou famosa por conta dos musicais e das versões cinematográficas. O cardeal de Richelieu também viveu naquelas bandas.

Outro museu que vale a pena conhecer é o Cluny, no Quartier Latin. É o maior do mundo em termos de acervo quando se pensa em Idade Média. Apaixonados por filmes épicos vão se esbaldar nas peças lá expostas. O que muita gente vai perceber após a visita é que o interior dos castelos na Idade Média eram repletos de pinturas, tapeçarias e com paredes super coloridas. Muito diferente do imaginário popular e do que se vê em filmes inspirados na época como Game of Thrones ou Senhor dos Anéis em que os aposentos reais pareciam sombrios, rústicos e paredes de pedras.

O Quai Branly, meu preferido em Paris, traz a história de povos do mundo inteiro. Lá é possível mergulhar na realidade das tribos africanas, indígenas( norte e sul americanas),  aborígenes e demais nativos do planeta.

Apaixonados por óperas e balé podem visitar os bastidores da Opéra Garnier, antes de fazer suas compras nas Galeries Lafayette e Printemps. Já os apaixonados por aviação podem dar uma passada em Le Bourget, a uns 40 km de Paris.

Para quem faz passeios nos arredores da capital francesa e visita Versailles, é importante saber, que é possível conhecer um outro lado do palácio francês, sem tantas filas e com muito mais curiosidades. Pode-se visitar os jardins secretos da Maria Antonieta, alguns dos aposentos reais e até o teatro real.

Em outro post: Paris -apenas- para os homens.