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Miriam Freitas

Globo Filmes encerra 2022 com 13 longas-metragens em diferentes etapas de produção

Tatá Werneck e Ingrid Guimarães 

                  Em “Minha irmã e eu”              

Minha Irmã e Eu”, de Susana Garcia 

Sinopse: As irmãs Miriam e Mirelly nasceram no interior de Goiás, mas moram em cidades diferentes. Quando a mãe delas desaparece, as duas deixam de lado as diferenças e se unem para procurá-la, numa viagem que pode mudar suas vidas. 

Produção: Paris Entretenimento 

Elenco: Ingrid Guimarães, Tatá Werneck, Arlete Salles, Márcio Vito, Jaffar Bambina, Nina Baiocchi, George Sauma, Matheus Bordieri 

Este ano, a produtora também rodou 19 ficções e lançou 26 longas-metragens 

Treze filmes coproduzidos pela Globo Filmes, oito ficções e cinco documentários, já estão no forno e vão aquecer o mercado de cinema em 2023, 2024 e 2025. As locações passam por diversos lugares do Brasil, como Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, além de Estados Unidos e Europa. Em 2022, a coprodutora contabilizou 19 longas-metragens de ficção rodados, número superior às 16 produções de 2019, período anterior à pandemia de Covid-19.  

Neste final de 2022, cinco filmes iniciaram as filmagens: “Minha Irmã e Eu”, de Susana Garcia; “Tô de Graça – O Filme”, de César Rodrigues; “Orlando“, de Rodrigo Van Der Put; “Os Enforcados”, de Fernando Coimbra; e “Uma Família Feliz”, de José Eduardo Belmonte.

Recém-filmado e já em pós-produção, “Ó Paí, Ó 2” marca o retorno de Lázaro Ramos ao papel do cantor Roque e, agora, tem uma nova geração de personagens: os filhos dos moradores do velho cortiço no Pelourinho. A narrativa usa o humor para falar sobre racismo, violência e outras dificuldades do povo pobre e negro. 

Com previsão de estreia nos cinemas para 2023, a obra tem direção da cineasta baiana Viviane Ferreira, conhecida por “O Dia de Jerusa”, que representou o Brasil na mostra Short Film Corner do Festival de Cannes, em 2014. Viviane também assina o roteiro junto com Elísio Lopes Jr, Daniel Arcades e Igor Verde, com colaboração de Luciana Souza, Rafael Primot e Bando de Teatro Olodum, além de pesquisa de Dodô Azevedo. A produção é da Dueto e da Casé Filmes. 

Em janeiro de 2023, começa o período de filmagens do longa “Um Lobo entre os Cisnes”, de Marcos Schechtman e Helena Varvaki, protagonizado por Matheus Abreu e o argentino Darío Grandinetti (“Fale com Ela”, de Pedro Almodóvar). Já em fevereiro é a vez de “Tá Escrito”, filme dirigido por Matheus Souza e estrelado por Larissa Manoela. 

Entre os documentários, também com coprodução da GloboNews, “O Sal da Vida”, de Sérgio Machado; e “Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro”, de Sandra Kogut, estão em fase de pós-produção. Já “Sociedade de Ferro”, de Eduardo Rajabally; “O Pesadelo de Sidarta”, de Marcelo Gomes; e “Time to Change”, de Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic, este também com coprodução do Canal Brasil, vão ter gravações ainda este ano e no primeiro trimestre de 2023

Além disso, a Globo Filmes encerra 2022 com 26 coproduções lançadas, sendo 19 longas-metragens de ficção e sete documentários. Entre os títulos estão: “Eduardo e Mônica”;Tô Ryca 2”;Medida Provisória”; “Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo”; “As Verdades”; “Pluft, o fantasminha”; “O Palestrante”; “A Viagem de Pedro”; e “O Amor dá Voltas”, que estreou, no dia 22 de dezembro. “Brasileiríssima, a História da Telenovela”; “MariaNinguém Sabe Quem Sou Eu”; “O Grande Irmão”; “O Tempo que Resta”; “Sociedade do Medo”; e “Ademã: A Vida e as Notas de Ibrahim Sued”, completam a lista de alguns documentários deste ano.

Sobre a Globo Filmes 

Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras – do cinema à casa de cada um de nós. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998. Com mais de 400 filmes no portfólio, como produtora e coprodutora, o foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no nosso cinema: comédias, romances, infantis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Títulos mais recentes como ‘Marighella’, ‘Turma da Mônica: Lições’ e ‘Medida Provisória’ fizeram o público voltar às salas pós-pandemia para prestigiar um cinema que fala a nossa língua.

@primeiroplanocom

Por: Míriam Freitas 

Colunista Social