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Miriam Freitas

Globo Filmes tem três coproduções com filmagens no Rio de Janeiro e em Porto Alegre

Set de “Colegas e o Herdeiro”, sequência de ”Colegas” (2013) 

        Longas vão ser rodados até o final deste mês e início de dezembro 

Três longas-metragens coproduzidos pela Globo Filmes estão em set de filmagens até o final deste mês e no início de dezembro. “Câncer com Ascendente em Virgem”, de Rosane Svartman, está com gravações no Rio de Janeiro até o início de dezembro; “Colegas e o Herdeiro”, também conhecido como “Colegas 2”, de Marcelo Galvão, está sendo rodado em Porto Alegre e no Uruguai até o final deste mês. Já “O Homem de Ouro”, de Mauro Lima, acabou de ser filmado no Rio de Janeiro.  

Com Renato Goés, Luisa Arraes, Yuri Marçal e Orã Figueiredo, “O Homem de Ouro” tem direção e roteiro de Mauro Lima, além de produção da Ocean Films, Caravela Filmes e TVQ Interatividade. A trama é sobre Mariel Mariscot, um policial nas décadas de 60-70, justiceiro idolatrado pela mídia, que se tornou líder do popular Esquadrão da Morte que teria executado milhares de pessoas no então Estado da Guanabara. O filme vai retratar a vida de Mariscot, da glória à execração, até sua morte violenta. 

“Colegas e o Herdeiro”, com direção e roteiro de Marcelo Galvão, é protagonizado por Ariel Goldenberg, Rita Pokk e Breno Viola, com produção da Gatacine. Após os grandes feitos do primeiro filme, “Colegas e o Herdeiro” é um road movie que acompanha a aventura de um grupo de amigos com síndrome de Down que viajam escondidos em um avião de carga rumo à Punta del Este, no Uruguai. Eles embarcam em uma alucinante jornada para se hospedar em um hotel que Stalone, protagonista de “Colegas”, acha que herdou. Em meio a confusões e perigos, os colegas vivem juntos as mais inusitadas e divertidas situações. O longa tem novos nomes no elenco, como João Vitor de Paiva, que fará sua estreia no cinema como o personagem Duda. Universitário, ator é o primeiro conselheiro com deficiência do Unicef no Brasil, ativista pela inclusão, contra o preconceito e capacitismo, além de ser um dos principais porta-vozes das pessoas com deficiência do Brasil. O filme reúne dezenas de atores com síndrome de Down e autismo. 

Estrelado por Suzana Pires, Marieta Severo, Nathália Costa e Fabiana Karla,Câncer com Ascendente em Virgem”, dirigido por Rosane Svartman, é produzido pela Raccord Produções. Baseado na história da produtora do filme, Clélia Bessa, a narrativa é centrada em Clara, professora de matemática que faz o maior sucesso como influencer educacional em seu canal na internet. Bem-humorada, sarcástica e às vezes debochada, ela gosta de manter tudo sob controle, mas vai precisar aprender a lidar com a vulnerabilidade quando descobre que tem câncer de mama. Com coragem e resiliência, ela enfrenta dias ruins e outros melhores ao lado da família e de amigas leais. Enquanto luta pela cura, Clara tem a chance de celebrar a vida e de ressignificar seus relacionamentos. 

Sobre a Globo Filmes:  

Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras – do cinema à casa de cada um de nós. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998. Com 500 filmes no portfólio, como produtora e coprodutora, o foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no nosso cinema: comédias, romances, infantis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Títulos mais recentes como ‘Marighella’, ‘Turma da Mônica: Lições’ e ‘Medida Provisória’ fizeram o público voltar às salas pós-pandemia para prestigiar um cinema que fala a nossa língua.    

Por: Míriam Freitas 

Colunista Social 

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