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Miriam Freitas

Miriam Freitas: Nico Rezende

Nico Rezende

Cantor, compositor e arranjador completa 60 anos e “Vida que segue”…

Com 60 anos recém-completados, Nico Rezende está lançando em todas as plataformas digitais a música ‘Vida que segue’, composição própria, elaborada em meados de maio, durante fase aguda da pandemia.

“‘Vida que segue’ traz uma mensagem de otimismo com uma vibe positiva, procurando atenuar este período em que apreensão e incerteza precisa aos poucos, dar lugar à esperança no futuro. A canção foi composta durante a interrupção de uma noite de sono, quando ‘bateram’ a inspiração e registro no celular, da melodia e da letra, praticamente prontas”.

Produzido por Nico e André Vasconcelos, a música é o primeiro single do 10º álbum de Nico Rezende, que terá apenas canções inéditas, com lançamento previsto para dezembro. “Vida que segue” tem o próprio Nico ao piano, violão e voz; André no contrabaixo e Felipe Alves na bateria e percussão. Gravação e mixagem ficaram sob a batuta de Fabrício Matos. O clipe da música foi filmado durante a gravação, com direção e fotografia de Bernardo Neubarth; roteiro de Olívio Petit; câmera adicional e edição de Daniel Lima; e produção de Rodrigo Calazans.

Em 1987, gravou seu primeiro LP, “Nico Rezende”, com destaque para sua música “Esquece e vem” (com Paulinho Lima), tema da novela “O Outro” (da Rede Globo); a música estourou nas rádios e na TV. Entre tantos sucessos está a música “Transas”, que recebeu o Troféu Imprensa.

Hoje tenho o prazer de estar entrevistando ele, Nico Rezende, que com certeza fez e faz parte de muitas histórias de amor.

Nos conte um pouco mais sobre sua carreira, parceiros de música, produtora…
Bom. Eu comecei a tocar violão clássico aos 7 anos e, aos 12, comecei com o piano. Nele podia entender melhor as harmonias da bossa nova e da boa MPB. Comecei em uma produtora de jingles em São Paulo, aos 18 anos e, com 22, me mudei para o Rio, para fazer parte da banda do Ritchie. A partir daí foram muitos trabalhos em discos como músico e arranjador, de Roberto Carlos a Cazuza. Toquei ainda quatro anos com Lulu Santos e, a partir daí, minha carreira solo começou a decolar aos 27. Até aqui foram nove discos solo (estou gravando o 10º, com lançamento em dezembro).

Parceiros são muitos. O mais frequente e co-autor dos meus maiores sucessos é Paulinho Lima. Mas tem também Jorge Salomão, Dudu Falcão, Jorge Vercillo, Ronaldo Santos, Bernardo Vilhena, Mu Chebabi, Claudio Rabello, Fausto Nilo e Sérgio Natureza.

Essa fase de isolamento te ajudou mais a compor?
Com certeza! Revisitei toda a minha obra em “Noturnas musicais”, que apresentei duas vezes por semana, durante a quarentena. Compus várias canções durante a pandemia. Entre elas, “Vida que segue”, que estamos lançando em single e clipe agora, em todas as plataformas digitais.

Projetos de Shows, pós-pandemia?
Apenas para o ano que vem. Este ano, toda a agenda foi cancelada; tinha, além de muitos shows pelo Brasil, Itália, Suíça, EUA e Japão agendados. Estamos agora preparando a agenda 2021, tentando repetir essas mini-tours que foram canceladas.

Nos conte um pouco sobre esse tempo em que esteve mais afastado…
Foram altos e baixos. Tive momentos bons e outros nem tão bons, pra não dizer ruins… (risos) Voltei a trabalhar com publicidade. Tenho um estúdio aqui no Rio, mas não parei de fazer shows. Em menor quantidade, continuei, ainda que por alguns momentos, um pouco desanimado. A vida não é feita apenas dos momentos felizes, infelizmente. Passei por algumas barras pesadas, mas estou aqui, pra viver a vida leve, vida breve, vida que segue… Feliz e renovado.

Planeja regravar hits dos anos 80?
Por enquanto, não. Gravei um CD “piano e voz”, em que revisitei boa parte das minhas canções mais conhecidas. Estou no momento mais focado em compor coisas novas.

Esse seu novo trabalho, são músicas inéditas, certo? Fale mais..
O trabalho está incrível. Estou me sentindo um garoto preparando o primeiro disco. São vários parceiros e posso adiantar algumas canções aqui, em primeira mão. Além de “Vida que segue”, tem “Pra que serve uma canção” (com Dudu Falcão), “Vai por mim, tá bem” (com Fred Moreira), “Compasso do tempo” (com Renato Jardim), “Nosso outono começou” (com Paulinho Lima), “Melodia sem final” (só minha), “Esquenta a cama” (com Mu Chebabi), entre outras.

Deixe uma mensagem, ou frase que costuma usar…
“Não importa a quantidade de água: onde pinga, não seca”

Link da música “Vida que segue”

//www.youtube.com/watch?v=2wjZeTaFZuY&feature=youtu.be

@nicorezendeoficial- instagram

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