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COLUNISTAS ///Tatiana Nobili

Novo modelo de negócio agita o mercado da moda

Usando o conceito de “guarda-roupa na nuvem”, a Hi-Lo, startup criada por Rafaella Gimenes, une consultoria de imagem, clube de aluguel de roupas e marketplace na mesma plataforma. Após fazer um cadastro no site e responder a um quiz, a cliente tem o seu estilo definido pelo time de consultoria e pode fazer o download de peças pessoais. A partir disso, são feitas várias indicações de composições do seu acervo com roupas e acessórios disponíveis no e-commerce, que conta com marcas como Martha Medeiros, Camila Klein e Lado Basic. A cliente pode optar por fazer parte do Hi-Lo Club e, assim, passa a receber semanalmente looks de acordo com sua rotina – serviço, por enquanto, restrito à cidade de São Paulo. Prato cheio para a mulher que gosta de estar sempre de acordo com as últimas tendências, mas não quer gastar uma fortuna com isso, ou para quem valoriza um guarda-roupa diversificado e gosta de ter sempre uma novidade.

Jeans brasileiro é considerado o mais sustentável do mundo

Poucas pessoas tem o costume de procurar na etiqueta de uma peça de jeans sua nacionalidade. Por isso, diversas empresas do setor denim se juntaram e criaram um movimento para divulgar e conscientizar os consumidores sobe a importância de procurar por produtos fabricados no Brasil. Entre as vantagens apontadas estão a geração de emprego, o envolvimento de menos transportes – que gera menor impacto ambiental – e o fato do algodão nacional ser desenvolvido em regime de sequeiro, que utiliza a água da chuva e, assim, economiza cerca de 10 mil litros de água por calça jeans produzida. O primeiro passo, aberto a qualquer confeccionista, é a utilização da comunicação específica nas etiquetas “Jeans do Brasil”, cuja arte é fornecida gratuitamente pela Denim City SP. É por ela que o consumidor deve procurar na hora de fazer sua opção de consumo.

Vestido com estampa de morango vira Trendy, inesperadamente

Ele já esteve presente até no tapete vermelho, mas agora veste todos os tamanhos mundo a fora. Mais uma tendência que não foi lançada pelos experts da moda, o vestido com estampa de morango foi uma criação da estilista Lirika Matoshi  em 2019, mas popularizou-se e ganhou diversas cópias – sempre com ares de boneca – não se sabe bem por que. O fato é que a procura por essa estampa disparou desde o final de julho e, logo, você vai ver por aí, principalmente os modelos “tal mãe tal filha”, irresistíveis para esse estilo.

Macacão com máscara acoplada gera polêmica nas redes sociais e levanta debate

Já era esperado que parte da indústria da moda colocasse a estética à frente da segurança na produção de máscaras de proteção. A polêmica da vez é o macacão que teve a foto compartilhada 18.400 vezes nas redes sociais, em parte porque o modelito foi considerado duvidoso, em parte porque teve a segurança colocada em cheque. De fato, sob a ótica da OMS – Organização Mundial da Saúde – a peça que junta calça, blusa e máscara numa única composição não seria aprovada, pois seriam necessárias várias camadas de tecido para garantir a proteção adequada. Mas, gosto a parte, fica o alerta de que, em se tratando de garantir a saúde, uma estampa graciosa ou um design diferenciado não devem prevalecer na escolha, mas sim a eficácia.

Natura investe em serviços através de plataforma digital

Atenta ao mercado que se movimenta cada vez mais para oferecer ao cliente não só produto, mas também as melhores experiências através de serviços, a Natura está investindo na Singu, plataforma digital brasileira líder em serviços de beleza em domicílio. Além de proporcionar que suas consultoras de beleza tenham outras oportunidades de renda, a empresa acredita que a estratégia vai conseguir também estreitar seus laços com as clientes. A Natura está cada vez mais voltada à inovação, tecnologia e modernidade e essa associação se mostra alinhada aos seus propósitos. Vamos aguardar pois, certamente, não vai parar por aí.

Colete é eleito o novo blazer

O colete nunca saiu de cenário, mas passeou por toda a história da moda a cada hora com uma leitura diferente. Inspirado no guarda-roupa masculino, a versão mais atual fez com que fosse alçado ao posto de substituto do blazer nas situações que pedem um look mais formal ou, simplesmente, charmoso. Pode apostar!

Marca lançada por atriz e criticada no lançamento tem pouco engajamento nas redes

Inicialmente batizada de “Vir.us 2020”, a marca de roupas lançada pela atriz Thaila Ayala, em parceria com duas sócias, foi duramente criticada pelos internautas, que consideraram a escolha do nome um tanto infeliz para o momento. Passados 2 meses, e rebatizada de “Amar.ca 2020”, ainda conta com a antipatia dos haters que conquistou, que concentram-se agora em criticar os preços salgados das peças em estilo “moletom conceitual”. Mesmo lançando mão da ajuda de amigas lindas e famosas como Isis Valverde, Grazi Massafera e Fiorella Mattheis para sua divulgação, as postagens contam com pouco engajamento e a marca módicos 11 mil seguidores. Muito pouco se comparada aos 99 mil da Ginger, lançada um mês depois pela também atriz Marina Ruy Barbosa, com o mesmo estilo, propósitos parecidos e preços também exorbitantes.

DIY Fashion

Já que o colete está em alta numa versão mais formal, que tal dar uma vida nova àquele blazer que já não tem a mesma graça, ou já cansou sua beleza? Mais simples, impossível, porque é só tirar as mangas! E garanto que vai passar a olhar para ele com outros olhos.

Fique de olho

IN

Embalagens funcionais. A moda está quebrando a cabeça para fazer com suas embalagens possam ser reaproveitadas, de olho na sustentabilidade e na melhor experiência do cliente. Assim, uma marca criou uma caixa que se transforma em cabide, outra transforma a caixa em casinha para o pet, há quem transforme em quadrinho decorativo e por aí vai. Aplausos!

OUT

Desperdício. Qualquer tipo de desperdício desperta cada vez mais antipatia. A produção de lixo precisa ser diminuída e, à medida em que empresas conseguem dar utilidade a suas embalagens, por exemplo, aumenta a rejeição a embalagens não funcionais e uso de plástico ou outros elementos, digamos assim, inimigos da ecologia.

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