PUBLICIDADE

Edição do Mês

Ele era pré-adolescente quando passou a se interessar por registrar imagens. Aos 11 anos, morou um ano na Califórnia, onde teve contato com o movimento hippie, que o impressionou pela liberdade, cores e possibilidades. Um ano depois, de volta ao Brasil, ganhou de presente do pai uma câmera de vídeo: foi o que bastou para Fernando Meirelles se encantar de vez pela área do audiovisual. Anos depois seria aclamado como um dos maiores cineastas brasileiros ao dirigir o icônico “Cidade de Deus”, com indicações ao Oscar. Seu mais recente trabalho é “Corrida dos Bichos”, que mostra o Rio de Janeiro no futuro, após um desastre ambiental. Ativista envolvido no reflorestamento, reciclagem e redução de emissões de carbono, suas produções envolvem também temas como pobreza, racismo, crime e exclusão social. Bem-humorado, costuma dizer: “Quando não sou ecochato, sou biodesagradável”.