PUBLICIDADE

1.0 - FAMOSOS

Morre Bira e o que devemos aprender com ele

Marcelo Bragança

É impossível não começar esta matéria, que será um pouco diferente do tradicional, com a simples manchete de que, neste domingo (22), aos 85 anos, o músico baiano Ubirajara Penacho dos Reis, conhecido como Bira, morreu neste domingo no Hospital Santa Maggiore, na Mooca, em São Paulo, em decorrência a um Acidente Vascular Cerebral. Falaremos sobre o que devemos aprender com esta figura, sempre irreverente e com uma risada inconfundível.

Que pena, mas no domingo?

Morrer em um domingo, não é para qualquer um. “Estragar” o almoço dos amigos, os planos para a ida na praia, o simples fato de ser um dia de folga e todos quererem descansar depois de uma semana pesada, também não. Ainda mais quando se está as vésperas de um Natal. Brincadeiras, à parte, independente da religião de cada um ou se acredita em uma força maior, o fato é de que nada é por acaso. E não iremos santificar a figura deste músico. E sim, nos atentarmos para o porque, ainda que seja natural que alguém com avançada idade faleça, muitos devem estar realmente tristes com esta partida.

Sem medo de encarar os desafios

O Bira não tinha medo de ser feliz. Ele era colocado em situações que, para muitos, poderiam ser vexatórias. Mas, ele sempre esteve disposto a encará-las com a maior leveza possível. Seja disparando o seu riso intenso, ou falando algo que, por ventura, fazia com que todos, inclusive o Jô, não parassem de rir.

O fato é de que, não são só pessoas irreverentes, assim como o recém finado Gugu Liberato que era um homem carismático, deixam as suas marcas no solo. Todos nós podemos, de forma ou outra, fazermos a diferença em nossas vidas e nas dos outros. O que difere é: “como fazer isso se não sei por onde começar?”.

Simplicidade

É mais simples do que se possa pensar. Além do talento que o Bira tinha (e, certamente você o tem, para a sua área), ele não tinha entremeios. Era simples. Ainda que com a sua indumentária de música da TV, algo almejado por 9 entre 10 músicos da época áurea do Jô Soares 11 e Meia ou do Programa do Jô, a simplicidade dele cativava a todos. Ainda que uma figura de destaque entre os músicos, o instrumento dele não tocava mais alto. Não brilhava mais do que os outros. Não tinha um lugar de destaque se não o fosse para o de harmonizar os outros. E vamos combinar, não havia uma pessoa ou qualquer notinha na imprensa que desclassificasse a figura deste homem.

Originalidade

Vivemos em uma era onde muito é divulgado, seja nas redes sociais ou em qualquer espaço onde a mídia se faça presente, cursos que lhe ensinam a ser uma pessoa melhor, prosperar, como se deve vestir, qual é a melhor maquiagem para determinada ocasião, como conquistar o “sugar daddy, mommy e afins”, entre outras diversas questões.

O fato é de que, acima de tudo, ser o que é já figura como um dos pontos mais certeiros para você estar a frente. Assim como uma joia exclusiva, uma peça de design feita especialmente para um único dono, você já ultrapassou diversas barreiras reconhecendo-se como único; intransferível. Ninguém é absolutamente igual ao outro. Isso, certamente, vai lhe poupar algumas sessões de terapia e afins. Inspirar-se na trajetória do outro pode ser uma boa opção para quem está perdido, mas, crie a sua própria.

Dias de luta, dias de glória

Agora, se você realmente quer fazer a diferença na sua vida, lembre-se que não há ganho sem luta. Ninguém está onde chegou sem ter que ter passado por alguma provação. Isso, é claro, quando a conquista é genuína. Para se ter êxito, o trabalho se faz necessário.

Não se deixe levar pelo o que falam de você. O que as pessoas dizem, pode ser, problema delas. E, que tenham sabedoria para resolvê-los… ou não. Fica ao critério de cada um.

Comece o dia agradecendo. Isso, sem sombra de dúvidas, é extremamente necessário. Quando somos gratos, a vida ganha um sentido muito melhor! Lembre-se. Você não poderia estar na sua casa, protegido contra as intempéries.

Viva cada momento como se fosse o único. Assim como Bira fazia nos programas!

Se você quer fazer a diferença o mundo, lembre-se. Cada peça é fundamental para que o êxito possa ser obtido. Sozinha, você pode conseguir ajudar muitas pessoas. Mas, quando outras se unem, certamente, o resultado é muito maior.

Poderíamos continuar esta matéria com outros exemplos, mas, como dizem nas redes sociais, já virou textão. Continue nos acompanhando que temos outros bons conteúdos para lhe entreter.

Ainda não há informações sobre o velório do músico.

PUBLICIDADE